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10 de fevereiro de 2016

Downton Abbey

Imagem publicitária da última temporada
      "No início do século XX, a família Crawley luta para manter o legado de Downton Abbey. Após a morte de um parente que estava à bordo do Titanic, Robert Crawley (Hugh Bonneville) descobre que o novo herdeiro da propriedade é um sobrinho distante, Matthew Crawley (Dan Stevens), um advogado com pensamentos modernistas. Enquanto Robert e sua esposa Cora (Elizabeth McGovern) se preocupam com o futuro das suas filhas, Mary (Michelle Dockery), Edith (Laura Carmichael) e Sybil (Jessica Brown Findlay), os empregados da mansão trabalham para manter a rotina da família, com todas as regras da época."

     Me indicaram a série em 2015. Demorei um pouco pra começar a assistir devido à duração de cada episódio ser longa, mas assim que comecei a ver, não consegui mais parar.
     A série relata a história de uma família riquíssima da Inglaterra, dona da humilde mansão Downton Abbey. A história se inicia com o Titanic, passando pelas grandes guerras mundiais e outros problemas que causam grandes mudanças no pensamento da sociedade britânica - e no resto do mundo também. Além disso, ao longo da série a história dos empregados da casa é revelada, assim como seus esquemas de trabalho e a noção de hierarquia presente na época.
     No início da série, Mary me faz odiá-la loucamente por conta de sua grosseria, principalmente contra sua irmã Edith, mas depois acabei me acostumando e meu ódio se tornou amor hahaha. Matthew é um dos meus personagens favoritos sem dúvida alguma, assim como Sybil e seu namorido - lindos demais s2.
     Uma das coisas mais interessantes da série é ver os hábitos das grandes famílias e de seus empregados durante o século passado, observando as mudanças desses hábitos com o tempo. É impressionante como grandes caos provocam mudanças tão significativas no modo de vida das pessoas, o que é bem interessante observar comparando a primeira temporada com os demais episódios.
Princesa Kate Midleton visita elenco da última temporada
     Admito que algumas coisas da série me traumatizaram levemente, mas foram necessárias para apresentar outras ideias da época, como com relação à medicina, ainda muito "medieval". Muitos detalhes históricos são apresentados ao longo dela, e alguns deles são perceptíveis até mesmo na decoração de fundo (adoro observar tudo nessas obras históricas xD).
     Por fim, só para avisar vocês, não querendo convencê-los logo de cara a ver a série, longe de mim fazer isso, 3 coisas são extremamente importantes de serem listadas:
  • A atriz Maggie Smith, linda e maravilhosa como sempre e famosa pelo seu papel em Harry Potter como Professora Minerva McGonagall, interpreta, na série, a vovó Violet Crawley, bravinha mas fofa.
  • A atriz Penelope Wilton, conhecida por interpretar a Sra. Gardiner em "Orgulho e Preconceito" e fazer parte do grande elenco de "O Exótico Hotel Marigold" como Jean Ainslie, também participa da série (em seu segundo trabalho com Maggie Smith) como a personagem Isobel Crawley, mãe de Matthew.
  • Dan Stevens, que em "Uma Noite no Museu 3" interpreta Sir Lancelot - gatíssimo - (e em 2017 interpretará a Fera em "A Bela e a Fera"), na série interpreta Matthew Crawley, parente da família principal.
     Bom, depois da listagem que não tinha o menor objetivo de te convencer ainda mais a assistir a uma das minhas séries favoritas, claro que não, acredito que te convenci a assistir Downton Abbey! Ebaaa! Espero que gostem da série e comentem o que acharam ;)

-Ana L



Produtores: Liz Trubridge, Nigel Marchant
Criadores: Julian Fellowes
Gênero: Drama - Histórico
País de Origem: Reino Unido
Emissora: ITV (Reino Unido) / Disponível no Netflix
Temporadas: 6
Status: Finalizada
Tempo por Episódio: 45 - 67min
Ano: 2010 - 2015
Lançamento: 26 de setembro de 2010

11 de fevereiro de 2015

Série Pretty Little Liars


"Na pequena cidade de Rosewood, na Pensilvânia, as melhores amigas Spencer Hastings (Troian Bellisario), Aria Montgomery (Lucy Hale), Hanna Marin (Ashley Benson) e Emily Fields (Shay Mitchell) guardam complexos segredos. Alison (Sasha Pieterse), 5ª membra e líder do grupo, desapareceu há um ano e não deixou qualquer pista. As amigas recebem cartas misteriosas assinadas por uma letra e suspeitam que seja sua antiga companheira, mas a desconfiança que possuem em relação ao universo perverso no qual vivem provoca uma reflexão cada vez maior."

     Se você gosta de mistérios você vai amar essa série. Tudo gira em torno de 5 amigas e um(a) stalker psicopata. Simpático, né? A série por enquanto tem 5 temporadas, e, na minha opinião, ficou meio repetitivo e tudo que eu quero saber é quem é -A o mais rápido possível. Mas se você quer uma série que confunda a sua cabeça e te deixe louca PLL (Pretty Little Liars) é a série perfeita para isso.  Além disso, cada personagem tem suas peculiaridades, o que te faz suspeitar de todos.
      É impossível parar de assistir, cada episódio termina de um jeito que te faz desejar ter uma máquina do tempo. Se você já é uma Little Liar que nem eu, visite http://www.seventeen.com/ que tem as melhores teorias sobre quem é -A. Mas sério, se você nunca viu a série, assista ela o mais rápido possível, garanto que não irá se arrepender.

"Estou começando a achar que essa vadia tem super poderes"

Para assistir online: http://megafilmeshd.net/series/pretty-little-liars.html

Produtores: Lisa Cochran-Neilan
Criadores: I. Marlene King
Gêneros: Drama/ Mistério/ Suspense
Emissora nos EUA: ABC Family
Emissora no Brasil: Boomerang
Temporadas: 5
Status: Meio da 5ª Temporada/ 6ª Temporada confirmada
Tempo por Episódio: ~45 min
Ano de Exibição: 2010 - presente



Kisses, -L

21 de janeiro de 2015

Resenha Livro The Duff


Gênero: Romance
Autor: Kody Keplinger
Páginas: 288
Ano de Publicação: 2010
Editora: Poppy
ISBN-13: 9780316084239

    "Bianca Piper tem 17 anos, é leal, cínica, e não acha que nem de longe é a mais bonita de suas amigas. E ela também é esperta demais para cair no papo de Wesley Rush, o cara gato da escola. Na verdade, Bianca o odeia. E quando ele a apelida de Duffy, ela joga Coca Cola na cara dele. 
     Mas as coisas não estão muito bem em casa agora. Desesperada por uma distração, Bianca acaba beijando Wesley. E ela gosta. Ansiosa para escapar, ela se joga em uma relação —inimigos com benefícios— com Wesley. 
     Até que tudo fica terrivelmente errado. Acontece que Wesley não é ouvinte tão mau, e sua vida é bastante confusa também. De repente, Bianca percebe com horror absoluto que ela está apaixona pelo cara que ela achava odiar mais do que ninguém."

     Eu tenho uma relação de amor e ódio com esse livro. O começo era super superficial, muitas vezes tinha vontade de parar de ler e as páginas pareciam que não passavam. A protagonista, Bianca, é insuportável. Ela é cínica e só sabe reclamar, guarda tudo para si mesma, o que sempre piora a situação, e como ela narra a história, tem umas partes que eu tive vontade de bater nela. Eu insisti que tinha que terminar e, inacreditavelmente, depois que você passa do meio do livro a leitura flui bem, e, acredite se quiser, fiquei triste quando acabou e eu queria mais. O que a Bianca é irritante, os outros personagens compensam. E é bem nítido como a Bianca melhora durante a narrativa, principalmente quando ela supera todo o drama de ser uma Duff (Designada. Feia. Gorda. Amiga. Em tradução literal).
     O Wesley é um personagem muito interessante também, da para perceber sua mudança de comportamento sem parecer que baixou Deus nele e do nada ele ficou super fofo e perfeito. O que me chamou a atenção desse livro foi a palavra Duff. Nunca tinha ouvido essa palavra antes e achei ela divertida, e cometi o equívoco de pensar que seria uma leitura leve. A Bianca é cheia de dramas de todos os tipos imagináveis, e não é uma pessoa divertida.
     Lendo a sinopse parece um livro bem cliché, mas não é tanto assim, só a "gosto-de-quem-odeio" parte. Mesmo assim, se você é do tipo que tem paciência para chegar até a metade do livro, a leitura melhora bastante, garanto, e se gosta de romance acho que não irá se arrepender de ler esse livro.

Kisses, -L

20 de janeiro de 2015

Série de livros Bruxos e Bruxas por James Patterson

Gênero: Ficção - Fantasia
Autor: James Patterson (e parcerias)
Páginas: "Bruxos e Bruxas" - 288 // "O Dom" - 288 // "O Fogo" - 272 // "O Beijo" - 304 // "Os Perdidos" - 384 (em inglês)
Ano de Publicação: 2009 - presente
Editora: Novo Conceito
ISBN-13: "Bruxos e Bruxas" - 978-8581632216 // "O Dom" - 978-8581632810 // "O Fogo" - 978-8581633855 // "O Beijo" - 978-8581635101 //"Os Perdidos" - 978-0316207705 

     "É como entrar em um pesadelo. Do nada, você é retirado de sua casa, preso, e acusado de bruxaria. Parece século 17, mas é o governo da Nova Ordem, e está acontecendo agora.
Sob a ideologia da Nova Ordem, O Único Que É O Único mantém seu poder à força, sem música, nem internet, nem livros, arte ou beleza. E ter menos de 18 anos já é motivo suficiente para que você seja suspeito de conspiração.
     Os irmãos Allgood estão encarcerados nesse pesadelo e, para escapar desse mundo de opressão e medo, terão que contar um com o outro e aprender a usar a magia.
     Do autor best-seller James Patterson, Bruxos e Bruxas é uma saga para se ler... antes que seja tarde."

     Eu gostei desses livros. Para mim eles foram uma leitura rápida.
     Patterson faz nesses livros tipo parcerias com outros escritores. Isso é diferente, talvez não original, mas continua (como em outros livros) sendo como uma carta trunfo. O primeiro livro foi feito em parceria com Gabrielle Charbonnet e começa do meio da história em um momento de tensão, o que é um pouquinho confuso mas logo em seguida vem um flashback. 
     Os personagens principais, Whit e Wisty Allgood narram a história alternadamente e ambos são MUITO engraçados na narrativa, principalmente Wisty. Eles são presos pelo Único que é Único (o qual eles fazem muitas piadas pelo seu título - sério, é muito engraçado) sem ao menos entenderem por que estão sendo acusados de bruxaria (afinal eles eram adolescentes normais que iam a escola, tinham amigos e implicavam um com o outro).
Capa do livros que já lançaram no Brasil.
     Acho que é isso que torna o livro legal, o modo cômico dos personagens, repleto de ironia e ao mesmo tempo drama e ação. Outra coisa boa é que o livro não é muito focado no romance então não fica aquela enrolarão típica de livros com pares e triângulos românticos. Também podemos perceber a censura e ditadura retratada no livro, a qual muitos países enfrentaram ou enfrentam.  O que achei desnecessário foi fazer um quarto livro, pois na minha opinião o terceiro já fechava a história. Também eles enrolam muito de vez em quando. Mas em geral o livro merece uma chance por conta dos pontos bons do livro.

 Livro #01- Bruxos e Bruxas, parceria com Gabrielle Charbonnet
 Livro #02- O Dom, parceria com Ned Rust
 Livro #03- O Fogo, parceria com Jill Dembowski
 Livro #04- O Beijo, parceria com Jill Dembowski
 Livro #05- Os Perdidos, parceria com Emiy Raymond (ainda não lançado no Brasil)

 -Giu