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23 de fevereiro de 2016

Filme Perdido em Marte (indicado ao Oscar 2016)

     "O astronauta Mark Watney (Matt Damon) é enviado a uma missão em Marte. Após uma severa tempestade ele é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no misterioso planeta com escassos suprimentos, sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra."

     Confesso que não estive a fim de ver esse filme desde seu lançamento. Pensava que seria paradão e exageradamente dramático como os outros filmes do gênero de me-ferrei-no-espaço. Mas esse filme me surpreendeu!
     Primeiro que o cenário é bem mais legal: Marte e não a nossa boa e velha Lua. Também, a forma em que se ocorre a exploração do planeta é diferente. As bases dele são interessantes. Achei meio exagerado o motivo do abandono no planeta. No começo do filme fiquei meio perdida, mas conforme ele foi fluindo fui entendendo melhor.
     O filme lembra um pouco os longas de náufragos em ilhas desertas mas de forma muito mais interessante e complexa, afinal é Marte. As ideias de Watney para driblar seus problemas são muito boas e me prenderam bem num filme que achava que seria maçante de ver. Elas me fizeram pensar o que eu faria se fosse comigo.
     Gostei também da rapidez com que as coisas acontecem. Nada de uma hora e meia de filme só pro cara descobrir que está sozinho no planeta vermelho. Achei legal também a relação que há entre ele estar em Marte e as pessoas na Terra e como a NASA e o mundo reagiram ao fato de terem perdido um homem num planeta inabitável.
     O personagem principal é genial e ainda bem humorado. Os outros personagens são interessantes também, embora não apareçam tanto, ainda marcam o filme. Os atores são muito bons; Matt Damon, que faz o personagem principal, concorre, merecidamente, ao Oscar de melhor ator.
     Os efeitos visuais são muito bons, o que faz o filme concorrer ao Oscar dessa categoria. Imagino que Marte seja como eles representam no filme e as imagens do espaço e das estações espaciais são muito bonitas.
     Esse é mais um dos filmes indicados ao Oscar baseado em um livro. Neste caso o livro se chama "The Martian" (mesmo título do filme em inglês) e foi escrito por Andy Weir. Alguns dos outros filmes indicados ao Oscar deste ano baseados em livros são "A Garota Dinamarquesa", "O Quarto de Jack", "Brooklyn" e "O Regresso". É muito interessante repararmos como os livros estão, hoje em dia, influenciando diretamente a produção de grandes filmes.
     Acho que esse é um dos melhores filmes de ficção científica e espaço. Recomendo que você veja, principalmente se está com vontade de ver algum filme atual desse gênero.
 
-Giu

Trailer: YouTube
Gênero: Ficção Científica
Direção: Ridley Scott
Ano de produção: 2015
País de origem: EUA
Data de lançamento: 1 de outubro de 2015
Distribuição: FOX Filmes
Duração: ~2h20min
Faixa etária: 12 anos
Mais informações: AdoroCinema

8 de fevereiro de 2016

Resenha Livro Magnus Chase e os Deuses de Asgard: a Espada do Verão


A Espada do VerãoAutor: Rick Riordan
Gênero: Infanto Juvenil, Fantasia, Mitologia Nórdica
Número de páginas: 448
Ano de publicação: 2015
Editora: Intrínseca
ISBN-13: 9788580577952

     "Às vezes é necessário morrer para começar uma nova vida...
     A vida de Magnus Chase nunca foi fácil. Desde a morte da mãe em um acidente misterioso, ele tem vivido nas ruas de Boston, lutando para sobreviver e ficar fora das vistas de policiais e assistentes sociais. Até que um dia ele reencontra tio Randolph - um homem que ele mal conhece e de quem a mãe o mandara manter distância. Randolph é perigoso, mas revela um segredo improvável: Magnus é filho de um deus nórdico.
     As lendas vikings são reais. Os deuses de Asgard estão se preparando para a guerra. Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo Magnus deve ir em uma importante jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. A espada do verão é o primeiro livro de Magnus Chase e os deuses de Asgard, a nova trilogia de Rick Riordan, agora sobre mitologia nórdica."


     Okay, vou ser sincera com você: como uma boa semideusa, eu só comprei esse livro porque disseram que o tio Rick tinha escrito sobre a Annabeth. Não é algo que eu me orgulho, mas com certeza eu não me arrependo. Mas, antes que você crie esperanças (aliás, se por acaso você não faz ideia do que eu estou falando corra para a livraria mais próxima de você e compre os livros de percy jackson, grata), a Annabeth quase não aparece muito.
     A história é sobre Magnus, um menino que perdeu a mãe e desde então é morador de rua. O que eu gostei bastante foi do sarcasmo dele, que ficou bem presente já que é ele quem narra a história em primeira pessoa.

"Finalmente, paramos em frente à porta onde estava escrito MAGNUS CHASE.
Ao ver meu nome gravado em ferro, rodeado de runas, comecei a tremer. Minhas últimas esperanças de que tudo aquilo fosse um erro, uma pegadinha de aniversário ou uma confusão cósmica evaporaram. O hotel estava me esperando. Tinham escrito meu nome corretamente e tudo."
     Magnus vive uma vida normal, até ser atacado no seu aniversário de dezesseis anos por um gigante nórdico do fogo. Depois disso, as coisas só vão por "água abaixo". Ele descobre que a salvação de toda a humanidade depende dele e de algum objeto místico.
     Aliás, por mais que eu tenha adorado o livro, não consegui me segurar e acabei comparando com o livro Ladrão de Raios diversas vezes, desculpa tio Rick, você sabe que eu te amo, mas cara, teve uma falta de criatividade deprimente nesse livro. Se você generalizar as coisas, irá perceber que as histórias são idênticas. Garoto aleatório (Percy e Magnus) que não tem a ver com absolutamente nada, mas tem que achar um objeto mágico (a espada e o raio), e tem uma profecia, e tem que evitar o fim do mundo, arma que se transforma num objeto comum, etc etc etc. Mas ainda assim, sempre que Percy Jackson era citado indiretamente batia um sentimento de nostalgia que meu deus.
"A espada pulsou, quase como se tivesse rindo. Imaginei-a dizendo: Uma caneta que vira uma espada. É a coisa mais idiota que já ouvi."
     Em falar na espada, ela é definitivamente meu personagem favorito haha. Os outros personagens são okay, eu sinto que a história deles podia ter sido aproveitada um pouco mais, mas talvez isso aconteça porque o livro todo é narrado pelo ponto de vista do Magnus.
     A escrita não me prendeu exatamente, mas não foi um obstáculo. É aquele tipo de leitura que não te faz devorar as páginas como se esse fosse uma fonte de água infinita no meio do deserto mas ao mesmo tempo você não termina a leitura no próximo século.
     O que me complicou um pouco foi a mitologia nórdica. Cada nome é grotesco, e até cordas tem um nome gigante. Ah, e as vezes a mesma coisa tem vários nomes: um normal, um complicado, um impossível e por aí vai.
     Uma coisa que me deixou um pouco frustrada é que esse livro é para pessoas na faixa etária dos doze então isso me incomodou um pouco, porque tinha uns trechos meio infantis. Então, se você leu quando era pequena(o) PJO, provavelmente irá sentir isso também.
     Esse livro não se tornou um dos meus livros preferidos, mas não me arrependi de o ter lido. Se você quer conhecer um pouquinho sobre mitologia nórdica ou quer rir de maneira estranha enquanto lê um livro, esse aqui é ideal para você.


Kisses, -L

5 de fevereiro de 2016

Ladyhawke: O Feitiço de Áquila

      "Europa, século XII. O Bispo de Áquila (John Wood) toma consciência que sua amada, a bela Isabeau (Michelle Pfeiffer), está apaixonada por Etienne Navarre (Rutger Hauer), um cavaleiro. Áquila fica possuído de raiva e ciúme e lança uma maldição sobre o casal: de dia ela sempre será um falcão e de noite Navarre toma a forma de um lobo, sendo que desta forma fica o casal impedido de se entregar um ao outro. Eles têm como único aliado Phillipe Gaston (Matthew Broderick), mais conhecido como Rato, que é o único prisioneiro que escapou das muralhas de Áquila."

     Clássico dos anos 80, "Ladyhawke: O Feitiço de Áquila" era um dos filmes que meu pai mais queria que eu assistisse - dentre outros estavam "O Senhor dos Aneis", "Em Busca do Cálice Sagrado", "Rollerball"... - e afinal assistimos, depois de longos anos dele me pedindo para ver. Hehehe.
     A história do filme é intrigante: num passado mágico e medieval, um bispo feiticeiro castiga sua amada Isabeau (Michelle Pfeifer) para se vingar por esta se apaixonar pelo cavaleiro Navarre (Rutger Hauer) em lugar dele. Meio louco? Total! Ao menos eu acho. Mas isso não é um problema, é claro, além do mais, filmes loucos são os mais intrigantes para mim (e este é só um resumo, muitas coisas ocorrem no filme que nos deixam muito animados).
     Ao longo do drama, as mudanças das personagens em lobo (Navarre, durante a noite) e falcão (Isabeau, durante o dia) ocorrem repetidas vezes, mas deles, quem mais aparece ao jovem Phillipe (lindo do Matthew Broderick com cara de neném) em forma de humano é o cavaleiro. É agoniante isso deles nunca conseguirem se encontrar devido ao feitiço, no entanto,é extremamente lindo o modo como eles se cuidam, aguardando o dia em que, talvez, poderão se ver novamente com ambos em forma de humanos.
     O longa é levemente lento e dramático em algumas partes - o que me faz classificá-lo como romântico, de certa forma -, o cuidado com a decoração é impressionante, algumas cenas são meio "pré-históricas" (mas pelo ano do filme isso é justificável) e a atuação dos atores é fantástica, na minha opinião. O fim do filme me deixou confusa se tudo ia ficar bem ou não, o que é bem raro de acontecer nos filmes atuais, em que, por mais que tentem, nós sempre achamos que vai dar tudo certo - e é o que geralmente acontece.
     Adorei o filme, e tenho certeza que você também vai adorar! Não julgue por ser antigo, confie em mim: a história é fantástica. (Dica: assista com um pouco de café do lado ;) )

-Ana L


Gênero: Fantasia
Direção: Richard Donner
Ano de Produção: 1985
País de Origem: EUA
Data de Lançamento: 1985
Distribuidora: 20th Century Fox / Warner Bros.
Duração: 1h57min
Faixa Etária: 12 anos
Mais Informações: AdoroCinema

4 de fevereiro de 2016

As Mulheres do Sexto Andar


Capa Original do DVD
     "Paris, anos 60. Jean-Louis Joubert (Fabrice Luchini) é um corretor da bolsa que leva uma vida tranquila ao lado da esposa, Suzanne (Sandrine Kiberlain). A vida do casal é alterada quando sua empregada domestica, que trabalha com eles há 20 anos, pede as contas. Em seu lugar é contratada a espanhola Maria Gonzalez (Natalie Verbeke), que passa a morar com a tia e outras conterrâneas no sexto andar do prédio, onde ficam os alojamentos dos empregados. Impulsionado pela simpatia da nova contratada, Jean-Louis se aproxima de Maria e suas colegas, descobrindo um universo até então desconhecido para ele."

     O interessante desse filme é que retrata um pouco da história cotidiana parisiense dos anos 60 ao mostrar a casa das domésticas do prédio no último andar, com seus patrões vivendo a baixo delas. Outra coisa que me chamou a atenção, foi que todas elas eram espanholas, e ao longo do filme, queixas das mesmas com relação à Espanha são frequentes, indicando o período em que a economia do país estava péssima e muitos tiveram de se retirar do mesmo para conseguir mais dinheiro.
     O longa apresenta uma história bonita e cheia de surpresas, sendo minhas partes preferidas as conversas dos filhos de Jean-Louis Joubert (Fabrice Luchini) - que são estranhamente pervertidos - e o momento em que este passa a conviver com o sexto andar, conhecendo a alegria e a espontaneidade das espanholas (assim como sua comida). 
     Gosto de comparar essa situação das empregadas com o que se vê na série Downton Abbey: enquanto na França estas ficavam em cima dos prédios, na Inglaterra (mesmo que, temporalmente, não seja a mesma coisa) os empregados dominavam os andares de baixo. 
     Na minha fase "Filmes Franceses", indico este como um dos mais divertidos que assisti, assim como o meu preferido de todos eles. Sandrine Kiberlain, atriz que interpreta a esposa de Jean-Louis, também fez parte do longa "O Pequeno Nicolau", filme infantil, baseado num desenho apresentado na TV entre 1956 e 1964. Amo muito essa atriz!
     Espero que assistam ao mesmo e comente o que acharam! Muitos tem preconceito com relação a filmes franceses, mas garanto que nem todos são lentos e chatos como todos dizem ;)

-Ana L


Gênero: Comédia
Direção: Philippe Le Guay
Ano de Produção: 2011
País de Origem: França
Data de Lançamento: 10 de Fevereiro de 2012
Distribuidora: Vinny Filmes
Duração: 1h46min
Faixa Etária: 12 anos
Mais Informações: AdoroCinema

17 de janeiro de 2016

Um Grito de Socorro

Capa Oficial do Filme
     "Jochem (Stefan Collier) é um adolescente atormentado diariamente na escola por ser gordinho. Enquanto um grupo de colegas pratica bullying, outros, como Vera (Dorus Witte) e David (Robin Boissevain), tentam ajudá-lo, mas têm medo de enfrentar os valentões e sofrer represálias. Quando Jochem vai a uma festa com os colegas, é forçado a beber e não aparece no dia seguinte no colégio. David se sente culpado por não ter ajudado o menino e resolve, junto com Vera, procurar o amigo, mas pode ser tarde demais para prestar auxílio e pedir desculpas."

     Não conhecia este filme até ver a propaganda na Globo. No início, já achei fantástico quando vi que não era uma produção nem brasileira, nem estadunidense como geralmente é. Fiquei ainda mais interessada no filme quando descobri que o tema era o bullying, um assunto recente de nome - não de atitude - e ainda de pouca preocupação à sociedade, o que é um grande erro. O filme é baseado no livro "Spijt!", de Carry Slee.
     Assisti ao filme na emissora mesmo (espero que não tenham cortado algumas partes, como geralmente fazem, mas acredito que dessa vez não - ou nem tanto) e acho extremamente importante que todos assistam. O drama recebeu 13 prêmios em festivais por todo mundo e com grande merecimento.
Capa do Livro
     No filme, Jochem sofre com o preconceito dos adolescentes de sua idade e até de professores, sendo muitas vezes agredido verbalmente, fisicamente e até moralmente. Grande parte da escola o isola, fingindo não ver o que fazem com o garoto, enquanto que 2 personagens começam a tentar ajudá-lo, receosos, ainda, do perigo se voltar para eles. No meio do filme, há uma festa, onde Jochem pede ajuda a David (uma das personagens que se aproximam dele) e este não o ajuda, influenciado por outras preocupações. Os problemas maiores se iniciam com o fim da festa, quando, no dia seguinte, Jochem não aparece na escola e nem volta para casa.
     A maneira como o filme trata aqueles que fazem parte do bullying é intrigante e nos faz olhar a nós mesmo, já que podemos ter sido (ou ser) tanto os agentes, os passivos ou os observadores, que nada fazem para impedir que o que está errado pare de ocorrer, muitas vezes por medo das agressões se voltarem para nós. A personagem que mais me irritou - mais até que os próprios adolescentes que praticavam o bullying diretamente com o jovem - fora o professor, que muitas vezes apoiava os meninos a xingarem Jochem, o que parece um absurdo mas muitas vezes pode acontecer.
     O filme tenta retratar com o máximo de fidelidade a realidade de muitos jovens nas escolas, denunciando um problema que ainda precisa ser muito abordado para que desapareça de vez, como se fosse uma doença (o que não deixa de ser, já que atinge muitas pessoas gerando sintomas diferentes, sendo o único remédio enxergar as injustiças que acontecem).
     Acredito que este seja um filme extremamente importante, e que deve estrar em contato com o máximo de pessoas possível, por ser algo muito presente no cotidiano de muitas escolas do mundo (incluindo o Brasil).

-Ana L.

Obs.: *ALERTA SPOILER* Muitas das pessoas que criticaram o filme apontaram o fim do mesmo como o problema. No entanto, na minha opinião, isso é incoerente. A partir do momento que o ser humano se sente responsável por algo ruim ter acontecido, o arrependimento bate e dura muito tempo, sendo muitas vezes necessário tomar qualquer atitude, por mais simples que seja, para nos fazer sentir melhor. Apesar de ter sido uma cena simples, para aquelas pessoas que estiveram presentes durante toda a vida de Jochem, era o mínimo que podiam fazer para lhes pedir "desculpas" por não terem feito o suficiente para o ajudar.


Gênero: Drama / Família
Direção: Dave Schram
Ano de Produção: 2013
País de Origem: Holanda
Data de Lançamento: 20 de junho de 2013 (estreia mundial)
Distribuidora: Dutch Filmworks
Duração: 95min
Faixa Etária: 12 anos
Mais Informações: Filmow / Site Oficial
Trailer: Site Oficial

16 de janeiro de 2016

Rollerball (1975 e 2002) - Original X Regravação

  • Rollerball - Os Gladiadores do Futuro (1975)


     "Em uma sociedade do futuro na qual não há mais guerra e os países foram substituídos por corporações existe Rollerball, um violento jogo criado para aliviar as tensões e controlar a população, demostrando a futilidade do individualismo. É um jogo extremamente difícil, criado para não ter ídolos. No entanto, Jonathan E. (James Caan), o maior astro deste jogo, desafia as normas estabelecidas pelo poder e recusa a se aposentar. Então as regras do jogo são drasticamente mudadas, para destruí-lo ou matá-lo."

Gênero: Ficção Científica/ Ação
Direção: Norman Jewison
Ano de Produção: 1975
País de Origem: EUA - Inglaterra
Data de Lançamento: 25 de junho de 1975 (EUA), data desconhecida no Brasil
Distribuidora: Warner Bros.
Duração: 2h05min
Faixa Etária: 12 anos
Mais Informações: Adoro Cinema

  • Rollerball (2002)
     "No futuro próximo, a necessidade do público por atrações mais fortes e violentas faz surgir um novo tipo de esporte, o Rollerball. Esta modalidade de entretenimento mistura velocidade, perigo e estratégia em equipe, o que eleva Jonathan Cross (Chris Klein) a categoria de estrela mais popular do fenômeno. Junto de sua equipe, Marcus Ridley (LL Cool J) e de Aurora (Rebecca Romijn), eles conseguem todas as mordomias que o dinheiro pode proporcionar e, ao mesmo tempo mantém o público satisfeito com sua dose diária de emoções. O criador do novo esporte, Petrovich (Jean Reno), vê novas possibilidades de aumentar o sucesso e consequentemente os ganhos, ao alterar as regras tornando tudo ainda mais perigoso e mortal. Aliado a ânsia de lucros das grandes emissoras e patrocinadores, logo o esporte será praticado sem regras, levando a audiência ao delírio e fortuna e morte para os jogadores."

Gênero: Ficção Científica/ Ação
Direção: John McTiernan
Ano de produção: 2001
País de Origem: Estados Unidos - Alemanha - Japão
Data de lançamento: 09 de agosto de 2002
Distribuidora: Columbia TriStar
Duração: 98 minutos
Faixa etária: 14 anos
Mais informações: Wikipédia


     O primeiro filme que assisti foi a regravação, que como em praticamente todos os casos, foi muito criticada e teve baixos índices de bilheteria. Ao contrário de muitos, eu adorei o filme. Não achei a gravação das mais excepcionais, mas a história é fantástica! Conforme as coisas vão piorando pro lado dos protagonistas, o verdadeiro antagonista vai dando as caras, tornando o final surpreendente (e esperançoso!).
     Em ambos os filmes, o objetivo final é o mesmo (sendo mais eminente na regravação), porém todo o resto do enredo difere, principalmente com relação aos personagens e às pistas que são entregues para se descobrir quem é o vilão da história. No original, o protagonista vai percebendo por si só que há coisas erradas acontecendo, criando um verdadeiro herói desde o início. No filme mais recente, como grande parte das personagens é mais jovem (assim como o protagonista), este só percebe que estão manipulando-o ao ser avisado por alguém que ama, iniciando seu raciocínio para resolver isso.
     Outra coisa que os difere é que no filme de 1975 o protagonista não tenta fugir para se salvar junto com seu amigo, enquanto que na regravação isso ocorre, o que acabou apontando o quão poderoso o antagonista era pelo modo que impediu que isso ocorresse. No entanto, a falta de uma cena como essa não afetou a força do vilão no filme original, já que outras cenas puderam demonstrar (talvez com mais sutileza, mas bem evidente) o controle do antagonista sobre as pessoas. Fantástico, os dois!
     Como os dois filmes são muito divergentes, vale a pena assistir aos dois (eu sugeriria assistir a regravação antes do original). Quem sabe assim começamos a perceber quem são os nossos verdadeiros inimigos...


-Ana L

4 de março de 2015

Filme Jobs (2013)

     
     "De hippie sem foco nos estudos a líder de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Este é Steve Jobs (Ashton Kutcher), um sujeito de personalidade forte e dedicado, que não se incomoda de passar por cima dos outros para atingir suas metas, o que faz com que tenha dificuldades em manter relações amorosas e de amizade."

    Eu não sou muito fã de filmes biográficos mas Jobs vale muito a pena, não apenas por tratar da vida de um gênio que criou uma das maiores empresas do mundo, mas também para entender a tecnologia moderna.
     O filme explica mais especificamente os primeiros anos de Jobs no mundo de computadores, então não espere nenhum Steve relativamente velho anunciando o primeiro iPad. Mas isso é bom porque essa parte da sua história já é bem conhecida, mas de como Steve teve a ideia de criar uma empresa com um nome tão simples como Apple é menos conhecida.
     É muito interessante saber como que tudo começou, como Steve fez para persuadir (porque pelo filme dá pra ver como o cara era bom nisso) a venda de um projeto revolucionário aprimorado por ele. Também conhecemos os outros jovens que ajudaram ele e a empresa a florescer e inovar e como Jobs os tratava. Outra coisa muito legal é ver como era a personalidade desse gênio, que ele não era (e estava bem longe de ser) nenhum santo, sendo meio egoísta e grosso. Mas conforme você vai vendo o filme você repara o quanto injustiçado e subestimado ele foi, mesmo quando já era considerado um revolucionário no mundo tecnológico.
     No filme dá pra ter uma ideia de como que Steve Jobs revolucionou a área de design, computação e de comercialização de tecnologia no mundo e como a Apple cresceu ao seu comando, tornando-se uma das maiores empresas tecnológicas do mundo, vendendo seus produtos aos milhares todos os dias.
     A interpretação de Ashton Kutcher nesse filme é fenomenal, ele imita Steve Jobs direitinho, no jeito em que ele fala, se expressa e até no andar. A caracterização também é perfeita, tendo horas que você pode jurar que é o Jobs que está sendo filmado.
     Bem, eu acho que todo mundo deve ver esse filme, para assim entender (no possível) a cabeça de um gênio, a criação da Apple e as inovações tecnológicas trazidas por Steve Jobs.

Trailer: YouTube
Gênero: Biografia/ Drama
Direção: Joshua Michael Stern
Ano de produção: 2013
Data de lançamento: 6 de setembro de 2013
Distribuidora: Playarte

Duração: ~2h10min
Faixa etária: 12 anos

Mais informações: AdoroCinema


-Giu